O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, inovou, ao lançar no último dia 24, o Gabinete Digital. Segundo Tarso, o principal objetivo dessa novidade é fazer com que o cidadão se aproprie verdadeiramente da democracia. Entre as ferramentas mais interessantes do site está "O governador responde", onde qualquer pessoa pode enviar uma pergunta e a mais votada do mês será respondida pelo governador através de um vídeo. Também tem "O governo escuta", onde serão realizadas mesas redondas para debater diversos temas com a participação de especialistas e do governador, com transmissão pela internet e espaço para a interação dos internautas.
A criação do Gabinete Digital realmente pode ser considerada um grande avanço para a consolidação da verdadeira democracia. Através dessa tecnologia, a população terá a chance de ter um canal permanente de comunicação com o governo do Estado e assim esclarecer dúvidas com relação a temas diversos. Além disso, poderá participar de debates sobre vários temas com a participação de especialistas, o que também é muito importante. Sem dúvida nenhuma, é um exemplo que deve ser seguido pelos governos de outros estados do Brasil e também por outros países. Alguns países como Alemanha e Estados Unidos já utilizam o Gabinete Digital com sucesso.
terça-feira, 31 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Os quadrinhos invadem a tela do cinema- Gabriela Venzke
Se você acha que os grandes super-heróis dos filmes de Hollywood foram criados por produtores, se enganou. Os mais famosos super-heróis que vemos nas produções de ação não nasceram nos filmes. As primeiras aparições foram nos gibis, as famosas histórias em quadrinhos (HQs).
As HQs servem de inspiração à Hollywood há décadas. O Capitão América, por exemplo, já aparecia nos gibis na década de 40 e em 1990 virou astro de cinema também. Hoje, são muitos os personagens que viraram filme, entre os mais conhecidos estão: Super-Homem, Homem-Aranha, Batman, X-Men, Mulher Gato, Hulk, O Quarteto Fantástico, entre tantos outros.
As grandes bilheterias do cinema demonstram que a preferência da maioria das pessoas é por personagens originários de gibis, que muitas vezes vem como uma salvação para a indústria cinematográfica. Entre os que mais faturaram na história do cinema estão os filmes: Batman- O Cavaleiro das Trevas, Homem de Ferro e Hancock. O Batman se tornou a quarta maior bilheteria da história, atingindo US$ 997 milhões.
Uma das explicações para o sucesso das histórias dos gibis nas telas dos cinemas é o fato de poder criar heróis atraentes a todo tipo de público e há a vantagem de já serem personagens consagrados e conhecidos.
As HQs servem de inspiração à Hollywood há décadas. O Capitão América, por exemplo, já aparecia nos gibis na década de 40 e em 1990 virou astro de cinema também. Hoje, são muitos os personagens que viraram filme, entre os mais conhecidos estão: Super-Homem, Homem-Aranha, Batman, X-Men, Mulher Gato, Hulk, O Quarteto Fantástico, entre tantos outros.
As grandes bilheterias do cinema demonstram que a preferência da maioria das pessoas é por personagens originários de gibis, que muitas vezes vem como uma salvação para a indústria cinematográfica. Entre os que mais faturaram na história do cinema estão os filmes: Batman- O Cavaleiro das Trevas, Homem de Ferro e Hancock. O Batman se tornou a quarta maior bilheteria da história, atingindo US$ 997 milhões.
Uma das explicações para o sucesso das histórias dos gibis nas telas dos cinemas é o fato de poder criar heróis atraentes a todo tipo de público e há a vantagem de já serem personagens consagrados e conhecidos.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Análise do texto da Gabriela
Muito interessante a matéria da Gabriela Venzke sobre as histórias em quadrinhos e a relação com as telas de cinema. Realmente a grande maioria dos super-heróis dos filmes saiu dos gibis. Muito bons os exemplos citados, como o Super-Homem, Homem-Aranha, Batman, dentre tantos outros que foram grandes sucessos de bilheteria. É o tipo de produção cinematográfica que faz sucesso entre espectadores de várias idades.Portanto, pode-se dizer que as HQS serviram e ainda servem de inspiração para as telas do cinema.
O começo das HQS no Brasil
As histórias em quadrinhos começaram no Brasil no século XIX, mais conhecidas como cartuns, charges ou caricaturas. Já a publicação de revistas próprias do gênero no país começou no início do século XX. A influência estrangeira sempre foi muito grande nessa área, principalmente através de quadrinhos americanos, europeus e japoneses.
Como charge, circulou o primeiro desenho em 1837, de autoria de Manuel de Araújo Porto-Alegre. A partir dos anos 1930, houve uma retomada dos quadrinhos, com os artistas brasileiros trabalhando sob a influência estrangeira.
No início dos anos 50, novos quadrinistas brasileiros que iam aparecendo não conseguiram trabalhar com personagens próprios. Em 1952, a Editora Abril adotou o formatinho, dimensões menores do que as revistas estrangeiras e que se tornou o formato padrão em publicações brasileiras. Foi no formato de tira que estrearam os personagens de Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica, no fim de 1959. O cachorrinho Bidu foi o primeiro personagem da Turma. A Turma da Mônica começou a ser publicada pela Editora Abril em 1970, em 1987 pela Editora Globo e a partir de 2007 pela Editora Panini.
Na década de 60, foram lançadas publicações jornalísticas cheias de charges, como O Pasquim, que criticavam a ditadura militar. Na década de 70, predominaram os quadrinhos infantis, com o início da publicação das revistas de Maurício de Sousa.
No fim da década de 90 e começo do século XXI, surgiram na Internet diversas histórias em quadrinhos brasileiras. Portanto, pode-se dizer que apesar do crescimento da Internet, as histórias em quadrinhos não se acabaram e ainda atraem muitos leitores.
Como charge, circulou o primeiro desenho em 1837, de autoria de Manuel de Araújo Porto-Alegre. A partir dos anos 1930, houve uma retomada dos quadrinhos, com os artistas brasileiros trabalhando sob a influência estrangeira.
No início dos anos 50, novos quadrinistas brasileiros que iam aparecendo não conseguiram trabalhar com personagens próprios. Em 1952, a Editora Abril adotou o formatinho, dimensões menores do que as revistas estrangeiras e que se tornou o formato padrão em publicações brasileiras. Foi no formato de tira que estrearam os personagens de Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica, no fim de 1959. O cachorrinho Bidu foi o primeiro personagem da Turma. A Turma da Mônica começou a ser publicada pela Editora Abril em 1970, em 1987 pela Editora Globo e a partir de 2007 pela Editora Panini.
Na década de 60, foram lançadas publicações jornalísticas cheias de charges, como O Pasquim, que criticavam a ditadura militar. Na década de 70, predominaram os quadrinhos infantis, com o início da publicação das revistas de Maurício de Sousa.
No fim da década de 90 e começo do século XXI, surgiram na Internet diversas histórias em quadrinhos brasileiras. Portanto, pode-se dizer que apesar do crescimento da Internet, as histórias em quadrinhos não se acabaram e ainda atraem muitos leitores.
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